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Maratona da Via Láctea PDF Imprimir E-mail

Como você vê a Via Láctea na sua cidade? Você ainda consegue ver a Via Láctea da cidade aonde mora ? Ou pertence à legião cada vez maior de brasileiros que nunca conseguiu divisá-la ? Você já reparou que pode ver muito mais estrelas quando viaja para cidades pequenas ou para áreas rurais longe das grandes cidades ?

Você já notou, ao se aproximar (de avião ou mesmo de carro) de uma grande cidade à noite, a enorme bolha luminosa que se formou sobre ela ? Tudo isso tem um nome: desperdício de energia (por incrível que possa parecer, até 30 a 40% da energia elétrica consumida para a iluminação pública podem ser perdidos dessa forma). Mas esse desperdício é geralmente mais conhecido por uma expressão mais "elegante": a Poluição Luminosa (PL).

A poluição luminosa é geralmente causada por iluminação artificial inadequada, sendo principalmente resultado de luminárias incorretamente projetadas ou mal escolhidas para as aplicações a que se destinam.

Devido a esses erros (geralmente resultados simplesmente do desconhecimento do problema), uma parcela significativa da energia elétrica consumida (e paga por todos nós) é desviada para iluminar o céu, que não tem a menor necessidade de ser iluminado. Isso em vez de iluminar o chão, aonde ela é realmente necessária.

Como subproduto, às vezes cria-se uma falsa sensação de segurança quando se é ofuscado por luzes noturnas. O ofuscamento não torna o local mais seguro. Mas, antes que você pense que os astrônomos são malucos que querem apagar todas as luzes das cidades para que eles possam olhar as estrelas enquanto o restante da população é assaltada ou coisa semelhante, é bom que fique claro que somos apenas contra o desperdício: não queremos apagar as cidades, mas sim cuidar para que elas sejam iluminadas de forma mais eficiente e econômica, com a luz sendo dirigida para onde ela é necessária: o chão, e não o céu.

Se conseguirmos isto, então a nossa visão do céu noturno será automaticamente melhorada. O primeiro passo para se resolver qualquer problema é reconhecer que ele existe. E é justamente para conscientizar a população brasileira dos efeitos indesejados da poluição luminosa que está sendo lançada a campanha "Maratona da Via Láctea", que será realizada em diversas cidades brasileiras em quatro períodos nos meses de junho a setembro de 2009, o Ano Internacional da Astronomia. São as seguintes esses períodos:

Entre 20 e 28 de junho de 2009
Entre 18 e 26 de julho de 2009
Entre 15 e 23 de agosto de 2009
Entre 12 e 20 de setembro de 2009

Durante esses períodos, os Nós Locais da rede do IYA2009 promoverão sessões regulares de observação astronômica abertas ao público e gratuitas, nas quais cada participante poderá, com orientação do pessoal do Nó, fazer a sua própria medida da intensidade da poluição luminosa em sua cidade e entender o que ela traz de prejuízos ao céu noturno, ao meio ambiente e aos nossos bolsos. Você terá também uma idéia de quantas estrelas está deixando de ver na sua cidade em função da PL.

Lembrem-se: os responsáveis pela realização do programa em sua cidade serão os Nós Locais respectivos. Você poderá verificar qual é o Nó Local mais próximo de sua cidade aqui neste site mesmo, simplesmente clicando no link "Lista de Nós Locais", no menu "Rede IYA2009", à esquerda da página de abertura do site. Neste link há endereços dos sites de todos os Nós Locais, que você poderá contatar diretamente para saber como e quando participar. Ou, opcionalmente, você poderá consultar o "Calendário de eventos" neste site para verificar quando há evento previsto para a sua cidade e aonde exatamente ele irá ocorrer.

Se você quiser saber mais sobre a PL, pode consultar uma série de sites úteis sobre o tema. Alguns deles são:

Dark Skies Awareness (IYA2009)
International Dark-Sky Association
National Geographic
Cerro Tololo Interamerican Observatory
Odilon Simões Corrêa
Roberto Silvestre 
José Carlos Diniz

Para a mídia em especial:
Informações adicionais e dados específicos sobre a situação nas suas cidades podem também ser obtidas através de contatos com os "Pontos Focais" desta campanha em todo o Brasil. Tratam-se de astrônomos profissionais ou amadores, perfeitamente familiarizados e plenamente habilitados para falar sobre o problema da PL e seus efeitos. São os seguintes os "Pontos Focais" e seus emails para contatos:

No Estado do Rio Grande do Sul:
Maria Helena Steffani (Planetario de Porto Alegre, UFRGS) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Ivandel Xavier Lourenço (Laboratório de Astronomia da Faculdade de Física da PUCRS) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado de Santa Catarina:
Antonio Kanaan (Grupo de Astrofísica da UFSC) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Adolfo Stotz Neto (GEA - Grupo de Estudos de Astronomia, Florianópolis) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Antonio Nóbrega (Grupo de Estudo em Astronomia da Unochapecó) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Daniel Iunes Raimann (Espaço Astronomia UDESC) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado do Paraná:
Miguel Fernando Moreno (Grupo de Estudos e Divulgação de Astronomia de Londrina) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Tiago Giorgetti (GRUPO SpySky, Foz do Iguaçu) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Juliana Hoy (CACEP, Cutitiba) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado de São Paulo:
Augusto Damineli (Coordenação Nacional do IYA2009, São Paulo) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Tasso Napoleão (Coordenação Nacional do IYA2009, São Paulo) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Roberto Dias da Costa (Instituto Astronomico, Geofísico e de Ciencias Atmosféricas da USP) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
André Izecson Carvalho (CASP - Clube da Astronomia de São Paulo) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Marcos Rogério Calil (Planetário de São Paulo) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Rodolfo Langhi (Observatório Astronõmico da UNESP, Bauru) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Gustavo Rojas (Observatório Astronômico da UFSCAR, São Carlos) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
José Dirceu Nardone (GEARC - Grupo de Estudos Astronomicos de Rio Claro) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Alexandre C. D. Neves (Centro Integrado de Ciência e Cultura, S.J. do Rio Preto) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado de Minas Gerais:
Mariangela de Oliveira-Abans (LNA - Laboratorio Nacional de Astrofísica, Brasópolis) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Renato Las Casas (UFMG, Belo Horizonte) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Eduardo Pimentel (CEAMIG - Centro de Estudos Astronomicos de Minas Gerais, Belo Horizonte) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado do Rio de Janeiro:
Flavia Pedroza Lima (Fundação Planetario da Cidade do Rio de Janeiro) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
José Carlos Diniz (Grupo NGC, Rio de Janeiro) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado de Alagoas:
Adriano Aubert Silva Barros (CEAAL) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado da Paraíba:
Caio Correia (APA - Associação Paraibana de Astronomia) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado do Maranhão:
Ricardo Costa (GEAST - UEMA) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Estado do Ceará e outros do NE:
Dermeval Carneiro (Planetário de Fortaleza) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

No Distrito Federal e Estados do Centro-Oeste e Norte:
Antonio Coelho (CAsB) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Marcelo Domingues (CAsB) Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

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